ENTRETENIMENTO

Brenner não aproveita chance como titular e Renato Gaúcho segue tentando definir ataque do Vasco

Brenner não aproveita chance como titular e Renato Gaúcho segue tentando definir ataque do Vasco

O duelo contra o Corinthians marcou a primeira chance de Brenner como titular no Campeonato Brasileiro com Renato. O atacante, porém, teve atuação discreta, e o treinador segue a sina para definir o ataque do Vasco.

A ponta direita, sobretudo, é a grande dor de cabeça de Renato neste início de trabalho. O treinador já iniciou com quatro formações distintas entre os titulares no setor ofensivo em nove partidas de Brasileirão. Nenhum jogador escolhido para formar o trio com Andrés Gómez e David agarrou a oportunidade.

Os quatro primeiros compromissos tiveram Nuno Moreira pela ponta direita. Depois, foi a vez de Rojas assumir a titularidade na posição. Hinestroza também teve uma chance entre os onze iniciais, com a suspensão de Andrés Gómez, no empate em 1 a 1 com o Coritiba.

Nenhum dos jogadores escolhidos conseguiu ter atuação de destaque. Contra o Corinthians, Brenner recebeu uma das piores notas na avaliação feita pelos internautas no ge.

Trios de ataque do Vasco no Brasileirão com Renato Gaúcho

Trio de ataque Jogos
Andrés Gómez, David e Nuno Moreira 4
Andrés Gómez, David e Rojas 3
Hinestroza, David e Nuno Moreira 1
Andrés Gómez, David e Brenner 1

Das opções para a ponta direita, somente Adson ainda não teve oportunidade como titular com Renato Gaúcho. No Brasileirão, o atacante entrou no segundo tempo contra Palmeiras, Fluminense, São Paulo e Corinthians. Na Neo Química Arena, Adson entrou no lugar de Tchê Tchê e deu mais intensidade ao setor, mas tampouco conseguiu levar perigo ao gol do adversário.

tNo novo esquema com três volantes, os pontas passaram a ter ainda mais protagonismo. Com dificuldade para encaixar uma formação pelo lado direito, Renato vê o Vasco passar por um desequilíbrio, tanto na fase ofensiva como na defensiva.

Os seus principais jogadores para atacar concentram-se sobretudo na esquerda: Andrés Gómez e Cuiabano, que ganham a companhia de Thiago Mendes, muitas vezes. Com o lado direito de pouca intensidade e velocidade, a equipe dá preferência às jogadas por ali na fase ofensiva — o que torna o time previsível, muitas vezes.

Na marcação, o lado vem sofrendo com espaços cedidos. Desde o jogo contra o Botafogo, Renato mudou a estrutura defensiva, e Tchê Tchê tem sido o responsável por preencher o setor sem a bola. Rojas e Brenner, em seus respectivos jogos como titulares, permanecem na linha à frente para fechar mais a região central na marcação.

O volante, que havia subido de produção nos primeiros jogos de Renato, acumula partidas apagadas pelo setor. Além de pouca intensidade física, Tchê Tchê, muitas vezes, deixa o setor para participar do jogo com a bola por dentro ou até caindo pela esquerda e cede muitos espaços em suas costas quando o Vasco perde a posse. Os adversários exploram os espaços pelo setor para construir jogadas de perigo. Contra o Corinthians, por exemplo, o gol de Matheus Bidu é iniciado pelo lado direito da defesa vascaína.

Fonte: ge